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Como a reforma trabalhista está afetando o IBAMA

O governo do nosso Presidente Temer propôs a reforma trabalhista, que a hora que escrevo este texto já está aprovada, passado de forma tão rápida que assusta até os mais experientes deputados, que acostumados a verem seus projetos de leis tramitarem por anos, estranham uma lei com tanto impacto na sociedade seja aprovada em apenas poucos meses.

Com a reforma, houve inúmeros prejuízos ao trabalhador, primeiramente agora todos os servidores públicos do IBAMA sofrem grande perigo de serem terceirizados, visto que já começamos a enxergar o que gostam de chamar de “enxugar” à maquina estatal, demitindo seus funcionários mais experientes e contratando trabalhadores terceirizados.

Na verdade, o governo atual já vem prejudicando os trabalhadores desde que entrou no cargo, ao extinguir sumariamente o ministério da cultura (e depois o restaurar) e ao unificar o antigo SAA MTE GOV BR com o ministério da previdência, fazendo com o que já não funcionava tão bem, ficar pior ainda.

É temeroso que as atitudes tão incoerentes e assustadoras estejam passando pelo crivo da nossa sociedade de forma tão serena. Esse não é o mesmo Brasil que juntou mais de 5 milhões de pessoas nas ruas por uma pedalada fiscal.

Por exemplo, olhem uma parte desta noticias: “Governo demite indicados por deputados ‘infiéis’ na reforma trabalhista” (Retirado do site G1)

“Para manter a base de apoio unida às vésperas da votação da reforma da Previdência, o governo reagiu exonerando de cargos de confiança na administração federal afilhados de deputados que se posicionaram contra a reforma trabalhista na votação da semana passada na Câmara dos Deputados.

O texto foi aprovado por 296 votos a 177 (saiba como votou cada deputado). Para a reforma da Previdência – por se tratar de proposta de emenda constitucional (PEC) – são necessários ao menos 308 votos.

O Palácio do Planalto considera ser capaz de mudar a posição de cerca de 50 parlamentares que votaram contra a reforma trabalhista. O Planalto considera que, para ter uma margem de segurança, é necessário assegurar pelo menos 330 votos.

O governo faz um mapeamento dos votos dos deputados aliados. O objetivo das exonerações é evitar que outros se sintam estimulados a votar contra as reformas.”

Não é aceitável, muito menos moral que o atual presidente da república transforme o ministério do trabalho em algo que não tem mais valor, visto que voltaremos a escuridão da época da escravidão, aonde apenas os “patrões” possuem direitos.

Já dentro do IBAMA, com a possível redução de pessoal e de direitos trabalhistas, há uma ameaça direta a nossa natureza, visto que este é o órgão responsável pela preservação da mesma, servindo como escudo entre a ganância do ser humano, e a sobrevivência de toda nossa fauna e flora.

É imperativo que comecemos a pensar e reunir, e que este pensamento chegue em brasília.

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